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Vamos falar de investimento, poupança, crédito, dívidas e de tudo mais que pode fazer a felicidade ou a danação do indivíduo.

E para ser coerente com meus próprios princípios, por enquanto estou em busca de patrocinadores para o blog, pois estou proibido pela direção aqui da casa, de fixar uma taxa para cobrar consultas financeiras. E de graça, é claro que não trabalho.
Até breve. Espero.]]>
2009-11-12 15:42:58alexandre@assistence.com.brhttp://www.blogdooscar.com.br/resultRSS.php?Blog=27
<![CDATA[Família e fortuna, coisa nossa]]> É nesse conceito que nós, especialistas na gestão dessas fortunas, nos incluímos. Não, como dizem muitos desinformados por aí, como espertos oportunistas, mas em alguns casos como verdadeiros ‘arrimos de família’, salvadores de patrimônios construídos com muito sacrifício por duas ou três gerações, e que jovens cabeças de vento – às vezes com vistosos diplomas de Harvard ou Oxford – procuram formas ‘sofisticadas’ de jogar pela janela.
Pessoalmente, ao longo de uma carreira de mais de vinte anos, já preveni grandes derrocadas de fortunas familiares. E assessorei herdeiros de pequenas fortunas e se desfazerem de ‘ativos podres’, ampliando seus horizontes. E, é claro, o meu patrimônio.
Perguntinha elementar: quem não gostaria de herdar uma fortuna ou uma participação em uma grande e bem-sucedida empresa familiar? A maioria das pessoas acredita que filhos de empresários bem-sucedidos e de milionários –proprietários ou não de grandes negócios– são pessoas privilegiadas. Afinal, seu “berço de ouro” lhes proporcionou acesso aos melhores brinquedos, professores e carros, a inesquecíveis viagens internacionais, a glamurosas festas em castelos e ilhas, e a tudo mais que o dinheiro pode comprar. Graças a seus pais, esses herdeiros não precisarão passar por muitas das privações e dos desgastes reservados a maioria dos mortais. Tudo, aparentemente, conspira a seu favor para que multipliquem suas heranças e sejam felizes para sempre.
Será?
Neto do fundador da Fiat, e membro da família mais influente da Itália, Edoardo Agnelli, era uma pessoa insegura e frágil, segundo o relato de seus amigos e da imprensa italiana. A vida do herdeiro mostra que tipo de privilégio ele tinha no convívio familiar, na verdade: nunca obteve reconhecimento ou carinho de seu pai e, quando cursava a University of Princeton, era conhecido como “Edu, o Maluco”. Quando era hora de exercer sua profissão, não trabalhou e sempre desprezou os negócios da família. Buscou conforto para sua angústia nas drogas e em peregrinações espirituais na África e Índia e acabou se suicidando aos 46 anos de idade.
Christina Onassis, filha do armador grego Aristóteles Onassis e de Athina Livanos, teve trajetória semelhante. As constantes brigas entre seus pais, a ausência deles e as críticas da mãe perfeccionista marcaram sua infância.
Com a morte de seu pai, Christina, a única herdeira, assume os negócios da família quando tinha apenas 25 anos de idade. Embora fosse considerada boa gestora, Christina era frequentemente mencionada nas capas dos tabloides europeus por seu envolvimento com drogas, depressão e fracassos amorosos. Faleceu aos 38 anos, vítima de um ataque cardíaco provocado pelo uso prolongado de drogas.
Não são raros os casos em que a herança não é uma bênção. Willy Vanderbilt, neto de Comodoro Vanderbilt, o homem mais rico do mundo no final do século 19, era rico, saudável, bonito e com um emprego garantido na gestão dos negócios ferroviários de sua família. Apesar de tudo isso, em um momento de introspecção e reflexão, admitiu que a riqueza herdada não era motivo de felicidade. Pelo contrário: “Minha vida nunca foi destinada a ser muito feliz... Riqueza herdada é um verdadeiro obstáculo para a felicidade; é a morte certa da ambição, da mesma forma que a cocaína é a morte certa da moralidade”.
Como vêem, falo de cátedra sobre gestão de patrimônio familiar. Portanto, se você tem perspectiva, mesmo que remota, de herdar alguma coisa que se possa chamar de fortuna, estou à disposição. Inclusive para apressar esse processo por vias heterodoxas.
Em tempo: se alguém insistir com esse negócio de plágio, vai tomar um monumental processo pela proa da nau. Lógico que esses ‘exemplos’ eu tirei da Internet, mas o resto da argumentação é toda minha. Se não está explícita é porque lhe falta, caro internauta, alguma sensibilidade que pode lhe chegar via consultoria que posso lhe dar mediante prévio pagamento com cartão de crédito ou depósito em conta.
Em tempo: no próximo artigo vou tratar de algumas fortunas sul-mato-grossenses que carecem urgente de gestão profissional.
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2009-12-01 09:55:38alexandre@assistence.com.brhttp://www.blogdooscar.com.br/resultRSS.php?Blog=68